A questão do lixo no Turismo Ambiental de Base Comunitária

Muitos não sabem mas comunidades tradicionais, em vários lugares do País, recebem turistas. O chamado Turismo Ambiental de base comunitária é, na maioria dos casos, um agente preservador do bioma que ocupa, pois em boa parte dos casos as comunidades estão situadas em áreas importantes de serem preservadas para o equilíbrio do meio ambiente.

A sustentabilidade das ações, tanto da comunidade como do meio ambiente, é o ponto vital a se trabalhar.

O lixo levado pelo turista é sempre um transtorno. Embora seja possível pensar que lixeiras poderiam resolver a questão da falta de respeito de jogar lixo no chão. Há muito mais com o que se preocupar.

Cada comunidades tem uma organização própria para lidar com o lixo; dar destino a ele muitas vezes demanda uma caminhada longa até um ponto específico da comunidade, ou faltam estruturas melhores para coleta, dentre inúmeras situações como estas. Sem contar os períodos de chuva, onde todos os acessos se complicam e o lixo pode espalhar pelo meio ambiente.

Apesar de muitas comunidades tradicionais no Brasil já contarem com um ciclo de lixo organizado, com lixeiras distribuídas pela comunidade e coleta seletiva garantida pelo município, o ideal é: o turista que visitar qualquer área de meio ambiente preservado, levar embora consigo o lixo que, por ventura, venha a produzir na visita.

Muitas espécies de fauna e flora podem ser prejudicadas com um simples papel de bala. Plástico, vidro, metal, papel, bitucas, entre outros resíduos, demoram muitos anos para decompor na natureza, contaminando terras, rios e lençóis freáticos, causando inúmeros danos ao meio ambiente. Ajude nesta conscientização respeitando a si, ao próximo e ao meio ambiente.